quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A pedido de várias familias ...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Sporting ao que tu chegaste . . .
Mas hoje passados alguns meses o Sporting está pior e Soares Franco começa a ser recordado com saudade. Sinceramente nunca achei que chegasse a este ponto mas a escolha de Sá Pinto foi uma opção completamente irracional duma estrutura que caminha a pés largos sem rumo.
Esta foi mais uma derrota do presidente leonino que começam a ser muitas e onde hoje dúvido da sua competência. Vejamos o que me leva a dizer isto:
Logo após tomar posse num jogo Sporting-Benfica de júniores onde os adeptos do Benfica foram recebidos à pedrada foi lamentável ver este dirigente desportivo a cantar de cuecas com a claque Juve Leo SLB FILHOS DA P... SLB
Começa a época e diz Paulo Bento Forever (foram 3 meses)
Tenta agredir um adepto à chegada da equipa ao aeroporto no regresso de Florença
Paulo Bento (forever) teve direito a 3M para Matías Fernandez, agora Carvalhar já teve direito a 10M e parece que não fica por aqui
Carvalhal 3ª ou 4ª opção foi escolhido como treinador, mas não teve direito a apresentação
João Pereira é apresentado pela Juve Leo
Escolha de Sá Pinto para director desportivo foi a demonstração de se encontrar sem rumo.
Este episódio de Sá Pinto e Liedson é triste, vergonhoso e lamentável para a isntituição do Sporting Clube de Portugal, pelo que li e ouvi apesar de não se comportar correctamente, Liedson ainda é o menos culpado, porque saíu em defesa de um colega de equipa como se exige, mas é inadmissível que chegue a este ponto.
Imcompreensívelmente o castigo passa apenas por multa, assim é normal que os episódios de indisciplina em Alvalade se sucedam. Mas ainda bem que o castigo é apenas este, porque temos à porta um Braga-Sporting em que vou ser do SPORTING e espero que Liedson resolva.
Obrigado por ser Benfiquista
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
11 da Década
Claro que este é 11 formado apenas por jogadores, e não a pensar em esquemas tácticas.
Nota: Triste por este 11 ser fácil de escolher
Contente pela esmagadora maioria fazerem parte do plantel actual
Simon Grayson

É tão certo como me chamar Igor Marques que o leitor encontra-se neste momento a interrogar-se de quem é este Simon Grayson e eu respondo que é tão certo como me chamar Igor Marques que este senhor é o actual treinador do Leeds United,
Não, este post não é por acaso, este post deve-se ao facto de no passado domingo ter ligado a tv e encontrar um desafio de dois históricos da Liga Inglesa, frente a frente Man United e o saudoso Leeds United que neste momento se encontra no 3º escalão do futebol Inglês. Em condições normais na realidade dos dias de hoje, este era um encontro que supostamente deveria dar em goleada para os red devils, mas engane-se pois o Leeds United surpreendeu e calou Old Trafford com uma vitória por 1-0. A dimensão deste resultado, podia ser atenuado pelo descanso que normalmente se dá aos jogadores fundamentais nestas partidas, mas não é o caso pois Sir. Alex Ferguson não entrou em poupanças, mas mais surpreendente e gostava que senhores como Jorge Costa, Carlos Carvalhal e Augusto Inácio vissem este jogo, foi o facto de Simon Grayson apesar de realidades distintas montou uma equipa em 4-4-2 jogar cara a cara na casa do adversário, sem qualquer tipo de anti jogo e houve mesmo momentos que o 2º golo não surgiu apenas por milagre.
Mas este tópic deve-se às minhas lembranças durante o jogo, pois não parava de pensar nesta equipa que foi às 1/2 finais da Champions League e hoje encontra-se na 3ªdivisão.
Lembram-se:
Nigel Martyn, Danny Mills, Ian Harte, Rio Ferdinand, Woodgate, Dacourt, Harry Kewell, Lee Bowyer, Alan Smith, Viduka e Robbie Keane. Ainda tinhamos no banco alternativas como Paul Robinson, Radebe, Dominic Mateo, Wilcox, David Batty e Fowler.
Não dá para o tempo voltar atrás?
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Clássico à molha....

sábado, 12 de dezembro de 2009
Tiger Woods

Villas-Boas
Cardozo x Sporting
domingo, 29 de novembro de 2009
Ressaca do Derby
domingo, 15 de novembro de 2009
Selecção? Sport Lisboa e Benfica
Javi Garcia 6
Halla Javi !!!
Carlos Carvalhal
O que me deixa mais tranquilo quanto ao Sporting não é a diferença pontual que até já um pouco sigmificativa, mas sim ter saído a única pessoa competente que trabalhava naquela casa, assimvou continuar-me a rir das hilariantes acções e discursos do Zé Zé Eduardo que tantos tiros nos pés tem dado.
sábado, 7 de novembro de 2009
Paulo Bento demitiu-se
Apesar de ser benfiquista e ser exigente como adepto do mu clube, mas aqui não compreendo os adeptos leoninos, assim o Sporting perdeu a sua maior identidade e referência. Paulo Bento ao longo destes 4 anos foi treinador, presidente, director desportivo, foi o unico a dar cara nos momentos menos bons e o maior obreiro dos títulos conquistados. Por tudo que deu pelo Sporting o técnico merecia mais respeito. Lembro-me de uma frase que para mim diz tudo deste senhor "Posso ter muitos defeitos mas nunca vou perder os meus valores que devo aos meus pais". E mais importante que tudo isto, será Paulo Bento o culpado desta situação? Claro que não, em anos anteriores a equipa era bastante inferior e o rendimento era o dobro, sem dúvida que os jogadores há muito se encontram a fazer a cama ao treinador. Não me admiro que amanha na deslocação díficil a Vila do Conde ganhem sem treinador.
Por ser sério, competente, profissional, honestamente vai deixar-me saudades no futebol Português e não me admiro nada de um dia o ver a treinar o Porto.
PS1- Quando saiu Quique sempre disse que Paulo Bento e Jorge Jesus eram os meus preferidos.
PS2-Toda a sorte do mundo para ti Bento como técnico (garanto que nunca vou dizer nada disto a Jesualdo, Machado, e Jorge Costa), mereces toda a sorte... e claro nunca percas esses valores.
PS3-Bettencourt bem falado, o Quique (pior treinador que passou pelo SLB nos ultimos 15 anos) pode ter saudades da Orsi, não há nada como tentar traze-lo.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
29-10-2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Preocupado
Digo isto no mesmo dia que a nova Catedral da Luz comemora o 6ªaniversário e quando foi atingida a meta dos 200.000 sócios, números irrealistas para qualquer outro clube Português e Mundial.
A juntar a isto, a equipa de futebol alia vitórias a resultados e exibições de encher o olho. Eu que por norma e que me custa a pagar as quotas, sou um adepto muito exigente me confesso extremamente satisfeito com este arranque de época. Mas tenho consciência que vai chegar os dias em que vamos ser travados, porque nnunca houve nem nunca haverá equipas invenciveis. Mas quero acreditar que a equipa e os jogadores saberam dar a volta por cima.
Mas sabem o que mais me preocupa? É que eles começam a ter medo e a ficar incomodados e joga-se muito por fora das quatro linhas e parece que isso já começou (passo a explicar).
Benfica-Nacional vai ser arbitrado por Vasco Santos, e passo a explicar quem é esse senhor....
"Árbitros protegidos.” Foi nesta secção que a Polícia Judiciária (PJ) integrou Vasco Santos nas investigações do 'Apito Dourado’. O juiz do Porto foi o nomeado para a recepção de amanhã do Benfica ao Nacional. Uma escolha de Vítor Pereira, líder da Comissão de Arbitragem da Liga, que caiu mal entre os benfiquistas.
A razão explica-se de forma simples. Vasco Santos é, neste momento, árbitro de primeira categoria, mas a escalada no sector poderia ter sofrido um revés em 2003/04, época em que, de acordo com a PJ, o juiz do Porto foi ajudado, no sentido de não ser despromovido à terceira categoria.
O caso integra o processo de viciação de classificações de árbitros e observadores entre 2002 e 2004, que tem 16 arguidos e cujo julgamento está marcado para Fevereiro de 2010. Um dos pronunciados é Francisco Costa, então membro da Comissão de Arbitragem (CA) da Federação que, segundo a decisão de pronúncia, se mostrou preocupado com a classificação de Vasco Santos em Novembro de 2003.
Costa terá recebido de Carlos Vigário, da Associação de Futebol de Porto, uma lista de observadores que “poderiam ajudar” Vasco Santos. Francisco Costa e António Henriques – vice-presidente da CA e também réu no caso das viciações – colocaram em prática o plano.
José Mendonça foi o observador escolhido para o jogo Oliveirense--Caldas, arbitrado por Santos. Mas não só, Henriques e Costa indicaram ao presidente do CA, Pinto de Sousa, a nomeação de António Garrido, ex-árbitro conotado com o FC Porto, como assessor – que tem por função a avaliação do observador – desse jogo.
De acordo com a pronúncia do Tribunal de Instrução Criminal, o observador José Mendonça garantiu, após o jogo, que iria dar nota muito alta a Vasco Santos: “Vai andar de quarenta e oito para cima.” E deu mesmo 48, nota que os peritos ouvidos pela PJ consideraram demasiado elevada.
Contas finais, Vasco Santos ficou na segunda categoria e, pouco tempo depois, o estudante de engenharia de 33 anos chegaria ao primeiro escalão. Não foi acusado no ‘Apito’, mas foi um dos “protegidos”, o suficiente para alarmar os benfiquistas.
E arbitrou esta época o Porto-Leixões em que ficou marcada por não assinalar um penalty contra o Porto e inventa penalty contra Leixoes.
Medo, tenho muito medo....
domingo, 4 de outubro de 2009
Questão de amizade...

Por ser um exemplo de dedicação e onde se jogue apenas pela amizade e respeito à camisola, faz com que olhe para esta equipa com grande respeito. Para além de tudo, estamos a falar de uma equipa que tenho amizade com esmagadora maioria dos jogadores, por isso vou acompanhar com máximo de atenção e podem contar com o meu apoio, para que este ano consigam igualar ou mesmo ultrapassar os mesmos êxitos da época passada. Sei que é uma missão muito díficil, mas com mesma união e sobretudo a excelente organização é possível.
Força amigos e boa sorte.
Benfica TV faz um ano, por menos neste aspecto estamos um ano avançados em relação a toda a concorrência em Portugal.Apesar das dificuldades na grelha de programação, não deixa de se assinalar ser o uníco canal de clubes com transmissões de 24h por dia. Quanto ao resto das críticas é tudo questão de dor... de cotovelo.
Equipamentos
Confesso que tenho que dar os parabéns à equipa leonina em relação ao patrocínio nas suas camisolas. Como é sabido, a equipa verde e branca é patrocinada pela Super Bock que por acaso tem no logótipo como cor principal o vermelho. Mas a equipa verde e branco opotou e muito bem em adaptar o patrocínio ao equipamento, assim Super Bock aparece a verde não tirando a cor e beleza ao seu equipamento.
Espero que os dirigentes Benfiquistas tomem este caso como exemplo, porque o patrocínio da tmn em azul no vermelho fica a destoar e nada bem.
sábado, 3 de outubro de 2009
Coisas que eu não percebo
Continuem a aliar-se aos corruptos enquanto eles conquistam títulos.
Enquanto benfiquista, garanto que me deixa satisfeito mesmo sem ganharmos títulos, continuarmos a ser o mais odiado por ambos os rivais, só demosntra a nossa grandeza.
Fernando Alonso na Ferrari

domingo, 20 de setembro de 2009
Seis àrbitros será solução?
Certamente um àrbitro em cima da linha de golo PODIA ter sido muito ùtil à uns anos quando Baía foi buscar um frango do Petit bem dentro da capoeira.
Mas estou em crer, que àrbitros em cima da linha de golo não resolvem os problemas, não nos podemos esquecer que esmagadora maioria dos erros graves de um àrbitro, é assinalar fora de jogo quando um jogador está em linha e para isso certamente não será um àrbitro de baliza que resolve.
Sendo o futebol o desporto rei, não estará na hora de copiar outros desportos como o ténis, NBA e outros que se pode recorrer as imagens televisivas?
É indiscutível que a verdade desportiva seria uma certeza, a corrupção deixaria de ser solução, provavelmente os gastos financeiros seriam menores do que estar a adoptar mais àrbitros.
Claro que para não quebrar o jogo, o recurso às imagens podia apenas ser 2/3 por equipa para não parar constantemente o jogo. Mas mais grave nas paragens de um jogo é certamente a simulação de lesôes e aí os àrbitros pouco ou nada fazem, sendo bastante recorrente o anti jogo.
domingo, 13 de setembro de 2009
Benfica TV
Telefonaram-me ao final da tarde, no dia dos 8-1, por acaso até a caminho da catedral e propuseram-me escolher o dia desta semana para ir às gravações, mas a hora das gravações complicou tudo. Pois, estando a trabalhar à 1 mês, também é complicado já estar a pedir dias de férias. Claro que amo o Benfica, mas neste momento tenho prioridades.
Contudo e como combinado, posso com o decorrer do tempo, telefonar para lá e escolher um dia.
Tenha pena, muita pena, não ir mostrar neste momento perante os Portugueses o meu Benfiquismo...
sábado, 12 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
Um sr. jornalista.

Sinto-me particularmente à vontade para lançar este desafio, já que muitas e repetidas têm sido as vezes em que elogio a competência, o nível de formação e a capacidade de perceber a evolução do jogo de uma - felizmente cada vez maior - elite dos treinadores do futebol português. Mais ainda, acredito que a parte mais significativa da qualidade de jogo de uma equipa depende da competência do treinador, necessariamente somada à qualidade dos jogadores (que, a fazer-se o que deve ser feito, devem ser também escolhidos por ele).
Parece-me urgente que se perceba que é uma vergonha termos só nove golos marcados em nove jogos. E sete empates em oito jogos. E tão pouca vontade de ganhar. O desafio é para os treinadores, que este ano são todos portugueses nas ligas profissionais, e para ninguém mais: coloquem as equipas em campo com mais ambição, preocupem-se mais com a organização ofensiva e não só com os equilíbrios defensivos, incutam uma ideia de jogo positiva na identidade da vossa equipa. Dissuadam os vossos jogadores das tristes ideias de simular faltas e queimar tempo e não troquem um ponto sortudo por mais uma facada no jogo que nos apaixona. Lembrem-se do espetáculo e de quem (e repito que são cada vez menos) se dá ao trabalho de ser vosso espectador.
Sei obviamente que não se pode pôr um carro utilitário a competir com um topo de gama - leia-se fazer uma grande equipa com jogadores apenas medianos -, como sei também que não há equipas de ataque (apenas boas equipas, desde que equilibradas). Mas há futebol de ataque, sedutor, aquele de que são expoentes o Barcelona ou o Arsenal. É nesses exemplos que o futebol português se deve inspirar, mesmo que tal excelência só seja viável com outros orçamentos.
Acontece que o Burnley, o Stoke, o Wolverhampton ou o Hull City também não têm poderio dos "big four" ingleses mas batem-se com eles, semana após semana. Vão à luta, com o mesmo espírito daquele boxeur que sabe que vai levar muita pancada mas tem noção de que a sua dignidade de desportista passa por também tentar acertar no homem que o vai deixar "KO". O desporto só é verdadeiramente nobre quando todos os que competem sonham com a vitória. Marco Chagas contou-me um dia uma história magnífica dos tempos em que o campeão Bernard Hinault perdia etapas sucessivas da Volta a França para o novo príncipe Laurent Fignon (hoje numa dura prova contra um cancro). O loiro dos óculos acabava sempre à frente mas o velho bretão tentava fugas sucessivas, dia após dia. Atacava e voltava a atacar. Quando lhe perguntaram por que insistia nesse esforço aparentemente inútil, respondeu algo como: "Ele há de ter um dia mau... e eu lá estarei". A maioria das equipas portuguesas tem metade de Hinault. Também está sempre à espera que o adversário falhe. Só que raramente ataca. Nota: Depois de dois anos de claro domínio de Fignon no Tour (83 e 84), Hinault voltou a ganhar.
E...
Tentei explicar lá em casa por que era tão especial ver Bolt. E rever. É que ver aquilo, e sentir que fazemos - mesmo enquanto espectadores - parte daquela história no momento em que acontece não deve dar direito a replay durante décadas. Talvez não vejamos mais nada igual na vida. E não há-de haver ali doping, que já me bastaram Ben Johnson, quando ainda acreditava na inocência dos campeões, e mais tarde Pantani, o meu ídolo careca das bicicletas, que subia montanhas com uma galopada só comparável à vertigem com que desceu depois para a morte mais anónima. Quem me fez assim, apaixonado pelo desporto, não ia autorizar outra desilusão destas, ainda por cima agora que Armstrong e - agrade-lhe a ele ou não - Contador me trouxeram de volta a paixão da Volta a França, resgatando-me daquele ano trágico em que a uma lenda de verdade se seguiu um Landis aldrabão. Insisti assim que todos percebessem o que é Bolt, que é mais que Carl Lewis, Bubka, Gebrselassie ou Bekele. É um extraterrestre que nasceu na terra dos humanos mais rápidos, nessa Jamaica do reggae onde também surgiram no mundo Ben Johnson, Linford Christie ou Asafa Powell. A genética há-de ter uma explicação que eu não me convenço só com a papa de mandioca. Tentei explicar Bolt com o mesmo carinho com que gravei em VHS o último jogo do verdadeiro Michael Jordan (pelos Bulls, claro), que mesmo depois de LeBron e Kobe há qualquer coisa que não se voltou a ver. Os mitos constroem-se assim: para mim, Jordan será sempre o homem que ganhava as finais sozinho. É um exagero? É sempre, porque na nossa imaginação os grandes campeões são ainda melhores. Lá, eles nunca falham, nunca jogam mal e acabam sempre a festejar. Os mitos existem porque, embora outros génios surjam entretanto, ninguém lhes consegue copiar a assinatura. Um livre de Platini é um livre à Platini. Diferente de Beckham, Pirlo ou Juninho Pernambucano. Como ninguém fez passes rasteiros, a rasgar e a isolar, como Zico, por muito que exista Fàbregas. E não há elegância na área como a de Van Basten, ainda que seja emocionante ver como o gigante Ibrahimovic reproduz a habilidade de Romário. E não voltou a haver Eusébio apesar das cavalgadas dos Ronaldos, seja do nosso ou do fenómeno brasileiro. Nem Pelé, apesar de Ronaldinho parecer decalcado do Pelezinho que surgiu na banda desenhada nos anos 80. Messi chega a parecer Maradona, é um facto. Mas Maradona há só um e até embirra que o comparem porque se sentir um degrau abaixo de Deus. Na galeria dos imortais todos são incomparáveis. Para mim, a partir de agora, um mais que todos os outros: Usain Bolt - provavelmente o melhor atleta de sempre. |
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domingo, 30 de agosto de 2009
Paulo Bento
O treinador leonino depois de uma pré época aquém do esperado, da eliminação da champions e de um ínicio de campeonato paupérrimo. Apesar de ter toda a confiança da direcção, nem sempre a compreensão dos adeptos é a melhor. Por isso, e após alguns assobios, e críticas que teêm tanto de injustas como inadequadas da comunicação social, é indesmentível que Paulo Bento é nos dias de hoje um treinador frágil, onde já viveu melhores dias.Para mim, e pelo que fez em anos anteriores pela equipa leonina é sem dúvida um treinador credível, competente e conhecedor do futebol, por isso não é o seu bonito penteado e a sua voz irritante que me farão mudar de ideias que o Sporting está muito bem servido. Aliás, estando em fim de contrato, para mim seria sempre a solução nº1 para o Slb na época que agora começou (não significa que desgoste de Jorge Jesus, antes pelo contrário).
Mas tenho que admitir que o futebol praticado e a época está a ser uma desilusão. Por isso, só à 2 situações que possam explicar estes resultados negativos, ou faltam os golos do Liedson para normalizar a situação, ou por algum motivo os jogadores estão " a fazer a cama ao mister".
Porque antes o Sporting vendia, não comprava, a equipa jogava à bola e ganhava. Este ano não venderam, reforçaram-se bem e as coisas estão a fracassar.
Sinceramente, encontro-me curioso para saber como a equipa reage a este momento.
Quero mencionar que escrevo este topic, horas antes do Sporting se deslocar a Coimbra, ou seja, sem saber o resultado final.
Liga Espanhola

Neste momento diria 51% para Barcelona, 49% de hipóteses para o Real Madrid. Sim, falei nestes valores, para descrever como acho que vai ser equilibrado este campeonato quanto ao título. Dou ligeiro favoritismo aos catalães, por terem a equipa já entrosada e estabilizada e a confiança está em alta, após a magnífica época anterior. Em contraste, temos um Real Madrid que se os jogadores renderem o que valem, é sem dúvida a equipa mais forte do Mundo.
Depois temos para os lugares cimeiros, os do costume, onde este ano até investiram relativamente pouco. Refiro-me, claro ao Atlético Madrid, Sevilha, Villareal, Valência e uma ou outra surpresa que possa aparecer.
Façam as vossas apostas.
Por mim. . . .

RAP - Chama Imensa 29-08-2009
| Abriu a caça ao jornalista |
| A chama imensa |
| Por ricardo araújo pereira |
| GOSTAVA de começar por pedir desculpa pelo que aqui escrevi na semana passada. Quando falei dos sucessivos espancamentos que vitimam os funcionários do Porto, cometi um erro grave: esqueci-me das agressões que, também na região do grande Porto, têm vitimado os jornalistas. Carlos Pinhão foi espancado à saída de um Beira-Mar-Porto, Marinho Neves foi agredido várias vezes e, a fazer fé nos jornais, esta semana calhou a um repórter do Jornal de Notícias ser vítima de atropelamento e fuga. Desta vez, não se trata de um jornalista desportivo e, como fazia cobertura a um caso da vida privada de Pinto da Costa, o acontecimento não deveria ter repercussão nos jornais desportivos. Foi então que a SAD do Porto emitiu um comunicado a explicar o sucedido, e nessa altura o episódio passou a pertencer ao âmbito do futebol. Notou-se. A polémica que se seguiu foi mais parecida com uma discussão sobre futebol do que com uma conversa sobre código da estrada. O jornalista disse que foi atropelado; a SAD diz que houve apenas um contacto lícito entre o retrovisor e o homem. Uma espécie de carga de ombro automobilística. É tudo uma questão de intensidade, como diria Pôncio Monteiro. As testemunhas disseram que a polícia mandou parar o carro; a SAD alega que o motorista não ouviu o apito, pelo que não há lugar à amostragem do cartão amarelo. Como é evidente, tratar o episódio como um caso futebolístico, e não como um problema de trânsito, beneficia Pinto da Costa: no mundo do futebol, em princípio, nunca lhe acontece nada. NO dia 9 de Junho, em entrevista à RTP, José Eduardo Bettencourt disse que Paulo Bento era, e cito, «o melhor treinador da história do Sporting». Em Julho, depois do falecimento de Bobby Robson, recordou o inglês como «um bom treinador», e disse que o seu despedimento por Sousa Cintra tinha sido um «erro histórico do Sporting». Em Maio, já tinha dito «Paulo Bento forever». Em princípio, portanto, e tendo em conta que forever dura bastante tempo, neste momento é mais provável o Sporting despedir o presidente do que o treinador. Benfica-Marítimo. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro mandou seguir. Sporting-Braga. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro mandou seguir. Porto-Nacional. Na grande área dos visitantes, um defesa lança-se para o chão e, inadvertidamente, toca com a mão na bola. O jogo estava empatado. O árbitro marcou penalty. Diz-se que faz falta definir um critério para ajudar a avaliar estes lances. Como é óbvio, o critério já existe. Toda a gente o conhece, e é bem antigo. |
sábado, 22 de agosto de 2009
RAP - Chama Imensa

A chama imensa: Há mais espancamentos no Porto hoje do que em Chicago nos anos 20
Por Ricardo Araujo Pereira
Qual é a profissão mais perigosa do mundo? Militar? Polícia? Não: funcionário do Porto. É incrível, mas os funcionários do clube da organização são os que se encontram mais vulneráveis ao crime organizado. Quem trabalha para o clube do rigor está mais perto do rigor mortis. Derlei foi ameaçado, Costinha ameaçado e insultado, Paulo Assunção ameaçado, insultado e perseguido. O carro de Cristian Rodríguez ficou com os vidros partidos, o de Co Adriaanse levou com um very light. As agressões são tão eclécticas quanto o próprio clube, e por isso não esquecem as modalidades: o basquetebolista Matt Fish foi agredido num escritório, e agora o futebolista Adriano, 11 dias depois de ter sugerido que iria fazer revelações polémicas sobre o Porto, foi espancado à porta de uma discoteca. A violência contra funcionários do Porto é tão frequente que devia ser contratualizada e comunicada à CMVM: «O jogador Adriano assinou contrato por três anos com a FC Porto SAD, ao longo dos quais vai auferir um salário de 35 000 euros mensais e enfardar duas cargas de pancada por trimestre».
O mais surpreendente é que tudo isto aconteça impunemente a empregados do clube da gestão altamente profissionalizada. O Porto não consegue proteger os seus trabalhadores, nem parece interessado em fazê-lo. Nunca os dirigentes do clube da competência e da estrutura vieram a público manifestar indignação contra quem agride os seus funcionários. Não se ouve um apelo às autoridades, uma intenção de agir judicialmente contra incertos, um pedido para que os bandidos vão agredir gente de outras colectividades. Nada. Mas talvez o problema seja a enorme quantidade de suspeitos: quem teria interesse em agredir um jogador que está a treinar-se à parte porque recusa há anos as soluções de transferência que o Porto lhe propõe e duas semanas antes da agressão, disse: «Quando eu decidir falar, saiam da frente»? Tanta gente.
Pelo menos, agora percebemos melhor o que Adriano quis dizer: «Quando eu decidir falar, saiam da frente, porque nessa altura já não devo ter dentes e sou capaz de ter dificuldades em controlar a saliva».
No final do jogo contra o Paços de Ferreira, Jesualdo Ferreira lamentou: «É fácil expulsar Hulk em Portugal». Alguém console o professor, porque está a chorar em vão. Na verdade, não é assim tão fácil. O que continua a ser fácil, em Portugal, é anular golos aos adversários do Porto no último minuto. Expulsar o Hulk é até bastante difícil, na medida em que, ao contrário do que sucede com os outros jogadores, Hulk só recebe ordem de expulsão ao fim da segunda infracção para vermelho directo: a bofetada a um jogador do Paços de Ferreira nem amarelo valeu, e a tesourada por trás justificou, com favor, um relutante segundo amarelo.
Embora ache que Hulk devia ter sido expulso ainda na primeira parte, gostaria de deixar claro que não condeno o seu comportamento. Pelo contrário, até acho ajuizado que os jogadores do Porto pratiquem actos violentos em campo. É uma maneira de mostrar a futuros capangas que também têm jeito para andar à pancada. Pode ser que os desencoraje.
Não resisti a colocar esta crónica do grande Ricardo Araújo Pereira. Como sempre sem medos de dar a cara pela transparência do futebol e claro como adepto do Slb. RAP continua assim, ÉS GRANDE.


